Amar ou Mimar: Qual é o limite?

bebe apertando o rosto da mae

Os pais de hoje em dia acabam passando o limite dessa linha tênue entre amar e mimar. Muitos por se sentirem culpados pelo que pouco tempo que passam com os filhos, devido às muitas horas de trabalho ou com atividades fora de casa, fazem o relacionamento se tornar desequilibrado e, às vezes, destrutivo para as crianças.

Quando os pais tentam compensar certas coisas com excesso de presentes, fazendo todas as vontades dos pequenos, interferindo e ajudando para que não passem por nenhuma frustração, os deixa vulneráveis a problemas emocionais no futuro. O perigo maior é a leitura do amor tornar-se distorcida e equivocada, pois quem é mimado de forma excessiva quando criança, no futuro terá a tendência de achar que o amor está relacionado a ter tudo que quer, a que as pessoas à sua volta precisam satisfazer todas as suas vontades e que façam tudo que é preciso para que essa pessoa seja feliz. “Os pais que mimam demais ensinam e reforçam aos filhos, sem perceber, a ideia de que amor é o ato das pessoas suprirem suas necessidades a qualquer custo e isso é muito perigoso para a saúde emocional de qualquer pessoa”, explica Camila Cury, psicóloga e presidente da Escola da Inteligência.

A Escola da Inteligência – programa especializado em educação socioemocional idealizado por Augusto Cury – que está presente em mais de 1.000 escolas pelo país ensinando sobre a saúde emocional para crianças e adolescentes. A Camila, que é filha do Augusto, pode comentar sobre a importância dos pais conseguirem não ultrapassar essa linha, de que forma o mimo excessivo pode interferir negativamente na vida adulta, como os pais podem lidar com o seu papel sem que a culpa interfira na criação dos filhos, entre outros aspectos do tema.

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