Como funciona a produção de leite

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Você sabia que é durante a gravidez que o a produção do leite materno tem início? Não por acaso os seios da futura mamãe ficam inchados, sensíveis e com os mamilos mais escuros e aréolas maiores.

Mas, se visivelmente há mudanças, internamente as transformações também são enormes. A placenta em desenvolvimento estimula a liberação de hormônios que tornam a lactação possível.

Anatomicamente, antes da gestação, as mamas são formadas por uma combinação de tecidos, glândulas mamárias e gordura (a quantidade de tecido adiposo difere de mulher para mulher, daí a enorme variedade de tamanhos e formatos de seios).

Em meio às células adiposas e ao tecido glandular localiza-se uma rede de canais, chamados ductos. Os hormônios da gravidez fazem com que esses ductos aumentem de quantidade e tamanho e se dividam em canais menores perto da região peitoral. Na extremidade de cada um deles há uma aglomeração de pequenos sacos, semelhante a um cacho de uvas, conhecidos como alvéolos. Um conjunto de alvéolos forma um lóbulo, e uma reunião de lóbulos é um lobo. Cada seio contém de 15 a 20 lobos.

O leite é produzido dentro dos alvéolos, os quais são rodeados por diminutos músculos que pressionam as glândulas e empurram o leite para os ductos. Os cerca de nove ductos lactíferos de cada seio são como canudos isolados que chegam à extremidade do mamilo, formando um “chuveirinho” que leva o leite para a boca do bebê.

O sistema de distribuição do leite fica completamente pronto no segundo trimestre de gravidez, para que a mulher possa amamentar o bebê mesmo que ele seja prematuro.

A produção de leite aumenta quando o bebê nasce, ou seja, de 24 a 48 horas após o parto. O hormônio prolactina, cuja quantidade vinha aumentando durante toda a gestação, é liberado para sinalizar ao corpo que é hora de produzir bastante leite. À medida que este processo tem início o organismo libera mais sangue para a região dos alvéolos, deixando os seios firmes e cheios. Vasos sanguíneos meio inchados, combinados com a abundância de leite, podem deixar as mamas temporariamente doloridas, quentes e cheias demais, e provocar um ingurgitamento mamário, porém a própria amamentação ajudará a aliviar o desconforto inicial.

Começamos a Semana Mundial da Amamentação quando todos os olhares da saúde estão em torno do tema. E lembre-se: amamentar é um gesto de amor que faz bem para a mãe, para o bebe e para a família.

A Sempre Materna acredita na importância da amamentação e por isso indica a pomada Millar, um produto à base de lanolina anidra pura, que previne e trata as fissuras mamárias, protegendo a mama no período pré-natal e durante a lactação. Millar não é tóxico para a mãe e nem para o bebê, e por isso não precisa ser retirado da mama antes da amamentação. Invista na preparação e cuidados com a mama. Não deixe que nada nem ninguém interfiram nesse momento mágico e único que fará com que seu bebê se sinta amado e seguro.

 

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